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Como obter o equilíbrio financeiro em seu condomínio

Para obter equilíbrio financeiro em seu condomínio é necessário estar atento a todo o processo de administração dos recursos adquiridos, mantendo sempre o controle das entradas e saídas de dinheiro.

Ademais, os fundos adquiridos pelo consórcio de proprietários para a manutenção, funcionamento e preservação do bem ou patrimônio comum, área comum do edifício, precisam ser distribuídos adequadamente. Inclusive, visar sempre o conforto e o bem-estar dos moradores e funcionários.

Mas é possível obter o equilíbrio financeiro mesmo diante da crise a qual estamos vivendo? Se você está passando por esta dificuldade, continue lendo e saiba definitivamente como driblar essa situação

1 - Esteja atento com as cobranças e controle das receitas. A seguir os tipos de receita do condomínio.

Taxa de condomínio

Primeiramente, é prudente evidenciar que as despesas comuns e ordinárias realizadas pelo condomínio são recuperadas na forma de TAXA DE CONDOMÍNIO. Ou seja, elas precisam estar em dia para o bom funcionamento do condomínio.

Taxa de Rateio Extraordinário

Por outro lado, as despesas extraordinárias são responsáveis pelas melhorias, reformas ou aquisições de bens duráveis. Deste modo, elas são adquiridas na forma de TAXA DE RATEIO EXTRAORDINÁRIO.

Aluguel e Multas

Além dessas duas formas de recuperação de gastos anteriores, o condomínio conta com outras fontes de recebimentos, como:

ALUGUEIS DE ÁREAS;
MULTAS DE REGIMENTO INTERNO;
TAXAS DE MUDANÇA;
MULTA e JUROS POR CONTRIBUIÇÕES PAGAS EM ATRASOS.

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Essas últimas são arrecadadas sem que de fato haja, pelo menos objetivamente, despesa ou desembolso que as justifique.

Fundo de reservas

Por fim, a arrecadação do FUNDO DE RESERVAS. Este valor é calculado além da demanda financeira do condomínio, fica por último propositadamente. Uma vez que ela tem seu uso e destinação regulamentados pela convenção condominial, geralmente estando o síndico impedido de sua utilização de forma “monocrática”.

2 - Mantenha o equilíbrio entre as arrecadações e despesas

Em segundo lugar, conceituadas as arrecadações condominiais, para a boa gestão e equilíbrio financeiro, é importante que constantemente a administração mantenha um equilíbrio entre DESPESA x ARRECADAÇÃO.

Sendo assim, é indispensável que sejam realizados os rateios de todas as despesas ordinárias e extraordinárias ocorridas, período a período, com a flexibilidade que um bom fluxo de caixa disponível pode proporcionar ao síndico.

Conforme exposto, algumas “receitas” condominiais, são objetivamente desvinculadas da despesa. Podemos citar como exemplo a seguinte situação: O condomínio cobra de determinado condômino o valor de R$200,00 a título de taxa de mudança. O morador utiliza-se de duas ou três viagens de elevador, sem que gere qualquer desgaste mensurável ao equipamento e consumo de energia relativo ao consumo total do condomínio.

Portanto, as “Receitas” dessa natureza se acumulam ao longo do tempo na conta de recurso financeiro do condomínio. Aliás, elas são de extrema importância para o bom desempenho da saúde financeira.

3 – Cuide do controle e da organização do fluxo de caixa

O fluxo de caixa gerado pelas “receitas extraordinárias” em questão, condicionam ao condomínio bem gerido, razoável conforto financeiro. Desta maneira, ele consegue suportar a ausência de arrecadação dos condôminos inadimplentes.

Além do mais, a COBRANÇA DAS TAXAS DE CONDOMÍNIO EM ATRASO é judicialmente um processo bastante objetivo e seguro ao condomínio. Caso haja essa inadimplência e não haja acordo entre as partes é viável entrar com uma ação para a cobrança da dívida.

Concluindo

Em síntese, por este ponto de vista, condomínios que não contam com áreas locáveis, onde não se aplicam multas regimentais, taxas de mudanças ou outras taxas, poderão incorrer em maior dificuldade para obtenção do “equilíbrio financeiro”.

O que jamais deve ser praticado pelo administrador condominial, é a constante realização de despesas sem que sejam elas inseridas para arrecadação (cálculo da taxa), ou seja, recuperação posterior.

Pois, essa prática inevitavelmente levará a administração a “mascarar” o real valor da taxa condominial, bem como consumir recursos de arrecadações extraordinárias e ATÉ MESMO DO FUNDO DE RESERVAS para o cumprimento de despesas ordinárias.

Com o decorrer do tempo, a administração notará que não será mais possível aplicar o valor efetivamente arrecadado a TÍTULO DE FUNDO DE RESERVAS para “tapar furos financeiros”, pois esta prática de suprimir os gastos na arrecadação foi tão severa, que nem as receitas do Fundo de Reservas conseguem suprimir o rombo causado por essa negligência financeira.

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